Por João Luiz Araujo
No primeiro encontro um simples olhar, uma palavra, um gesto, uma opinião, uma afinidade, são tantas as razões que nos levam a gostar de alguém.
Relacionamentos são assim, começam as vezes quando menos esperamos. São mais interessantes do que quando estamos desesperadamente procurando alguém que nos faça feliz. Costuma-se dizer que não somos nós quem escolhemos o amor, mas o amor que nos escolhe.
A paixão, o encantamento que surge desse encontro transforma nossa vida, dá mais brilho, traz uma motivação mágica, tudo fica mais bonito. E esse estado pode durar por muito tempo, depende de cada um, do quanto estão dispostos a serem eles mesmos.
É muito difícil mostrar os próprios defeitos para o outro, é um risco muito grande perder o amor da sua vida. E então vive-se a máscara do par-perfeito. Normalmente esse papel é interpretado com muito empenho durante o namoro, só perde força depois do casamento.
Se durante o namoro os dois se esforçam para esconder as próprias vontades e satisfazer as do outro, depois do casamento já se tem licença para ser você mesmo. Como se aquele contrato nupcial fosse a obrigação do outro aceitá-lo do jeito que você realmente é. Com o tal documento em mãos nos sentimos donos do outro, agora ele tem que nos engolir, já assinou o contrato diante do juiz e com testemunhas, o padre já abençoou, a sociedade presenciou e será implacável caso um dos dois ouse quebrá-lo.
Quem vencerá essa disputa? O marido machão ou a mulher dominadora? Quem vai engolir tudo quietinho fazendo de conta que a felicidade do outro é o mais importante?
Cuidado com a propaganda enganosa fingindo no namoro (ou depois de casado), ser alguém que você não é. Ah, se existisse o Código de Defesa do Casamento!
Seja primeiro honesto com você, depois com o outro. Ofereça o que você tem de melhor para o parceiro. E para o que ainda precisa melhorar peça a ajuda dele. Ninguém é melhor do que ninguém, por mais que algumas pessoas queiram fazer você se sentir inferior isso não é verdade, elas apenas estão escondendo delas mesmas os próprios defeitos por não conseguir encará-los. Aliás, defeitos são qualidades em desenvolvimento, podemos transformá-los.
Relacionamentos precisam de companheirismo, paciência, respeito. É quando olhamos para o outro realizando o seu processo de crescimento e nos dispomos a ajudá-lo. Ele jamais estará pronto. Se os romances, novelas e filmes mostrassem a vida como ela é, com certeza não teriam audiência, elas nos mostram o que no fundo sonhamos ser. Se corpos bonitos, viagens, festas e dinheiro fossem garantia de felicidade os atores e atrizes seriam as pessoas mais bem casadas do mundo. Mas, não é bem isso que vemos nas revistas de fofoca.
Podemos ter e aproveitar tudo de bom que a vida tem para oferecer. Mas o que faz a diferença mesmo é a caminhada, o quanto você cresceu, o quanto se tornou uma pessoa melhor e ajudou as outras a serem também, principalmente se essa pessoa estiver ao seu lado e for o grande amor da sua vida.
João Luiz de Araujo, é palestrante e webmaster do Guia Equilibrio.
E-mail: joao@conexaoev.com.br
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Cuidado com a propaganda enganosa
Categoria
::: João Luiz Araujo
A difícil arte de lidar com as perdas
Por Cecília Varejão
Quando falamos em perdas, podemos imaginar perda por “n” motivos. Hoje, vamos refletir sobre perdas afetivas por morte.
Toda forma de lidar com ela varia conforme a pessoa, não existe um programa pré-estabelecido. As reações são individuais podendo durar muito ou pouco tempo. Várias reações podem surgir desde um choque inicial, altos e baixos emocionais, descrença, negação, culpa e raiva.
Quando a perda foi muito significativa às reações podem ser mais fortes como um grande desânimo, mudanças de humor, falta de sono, indisposição, esquecimento, falta ou excesso de apetite, ressentimentos com a vida ou entes queridos.
Neste momento de dor e sofrimento evite tomar decisões importantes. Algumas pessoas quando sofrem grandes perdas tomam atitudes radicais em relação à vida, ao trabalho e a casa onde moram. Pense bem se estas mudanças o farão bem.
Conte com a ajuda de pessoas queridas, amigos que talvez tenham passado por isto também, ou profissionais da área. Seja paciente com as suas próprias reações e seu tempo de recuperação, as perdas abrem feridas que podem demorar para cicatrizarem. Seja paciente com os outros também. Neste momento seu ritmo de vida ainda não está equilibrado e assim pode se achar incomodado com o ritmo do outro.
Algumas pessoas não sabem o que dizer para consolar, compreenda que é difícil para elas lidarem com sua dor. Reflita sobre seus valores internos e externos, faça uma revisão de si mesmo. Quando sair dessa situação, sairá bem melhor e as lembranças do ente querido poderão vir com mais leveza. Opte por um ritmo de vida mais agradável. Saindo de casa, aos poucos, poderá cumprir sua rotina de trabalho e cuidar de suas responsabilidades.Busque algumas horas tranqüilas do dia em que possa chorar, desabafar, se esvaziar. Desta forma será possível perceber o que está mais profundo em si mesmo.
Respeite seu ritmo. Algumas pessoas neste período não gostam de ver fotos ou objetos do ente querido. Não há problemas, isso não quer dizer que goste menos dele. Não tenha medo do luto terminar, não é prova de desamor, é sinal de equilíbrio interior.
Tente ficar tranqüilo, perceba suas reações, conscientize-se delas, assim, irá em direção ao seu equilíbrio de forma natural e suave.
Lembre-se: falar sobre a perda ajuda muito em sua cura.
***
Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com
Quando falamos em perdas, podemos imaginar perda por “n” motivos. Hoje, vamos refletir sobre perdas afetivas por morte.
Toda forma de lidar com ela varia conforme a pessoa, não existe um programa pré-estabelecido. As reações são individuais podendo durar muito ou pouco tempo. Várias reações podem surgir desde um choque inicial, altos e baixos emocionais, descrença, negação, culpa e raiva.
Quando a perda foi muito significativa às reações podem ser mais fortes como um grande desânimo, mudanças de humor, falta de sono, indisposição, esquecimento, falta ou excesso de apetite, ressentimentos com a vida ou entes queridos.
Neste momento de dor e sofrimento evite tomar decisões importantes. Algumas pessoas quando sofrem grandes perdas tomam atitudes radicais em relação à vida, ao trabalho e a casa onde moram. Pense bem se estas mudanças o farão bem.
Conte com a ajuda de pessoas queridas, amigos que talvez tenham passado por isto também, ou profissionais da área. Seja paciente com as suas próprias reações e seu tempo de recuperação, as perdas abrem feridas que podem demorar para cicatrizarem. Seja paciente com os outros também. Neste momento seu ritmo de vida ainda não está equilibrado e assim pode se achar incomodado com o ritmo do outro.
Algumas pessoas não sabem o que dizer para consolar, compreenda que é difícil para elas lidarem com sua dor. Reflita sobre seus valores internos e externos, faça uma revisão de si mesmo. Quando sair dessa situação, sairá bem melhor e as lembranças do ente querido poderão vir com mais leveza. Opte por um ritmo de vida mais agradável. Saindo de casa, aos poucos, poderá cumprir sua rotina de trabalho e cuidar de suas responsabilidades.Busque algumas horas tranqüilas do dia em que possa chorar, desabafar, se esvaziar. Desta forma será possível perceber o que está mais profundo em si mesmo.
Respeite seu ritmo. Algumas pessoas neste período não gostam de ver fotos ou objetos do ente querido. Não há problemas, isso não quer dizer que goste menos dele. Não tenha medo do luto terminar, não é prova de desamor, é sinal de equilíbrio interior.
Tente ficar tranqüilo, perceba suas reações, conscientize-se delas, assim, irá em direção ao seu equilíbrio de forma natural e suave.
Lembre-se: falar sobre a perda ajuda muito em sua cura.
***
Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com
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::: Cecília Varejão
terça-feira, 10 de julho de 2007
O mundo de cada um
Por Herman Renato Assumpção
A partir do nascimento, e no decorrer da vida, somos bombardeados de informações provindas de tudo e todos a nossa volta, e com elas vamos construindo nossa realidade, nosso mundo particular como se fossemos o Pequeno Príncipe. Essa realidade pessoal, também conhecida por paradigma, se torna necessária, pois através dela que conseguimos traduzir todos os estímulos captados pelos nossos sentidos, e também é através dela que vamos nos tornando seres sociais.
Todos os não e sim que recebemos, todas as represálias, todas as coisas “legais” que vemos os adultos fazendo e se divertindo, tudo que observamos, vão passando a fazer parte desse mundo. Na medida em que vamos crescendo deixamos de lembrar como que esse mundo foi criado, e acabamos acreditando que somos ele. Ele se torna uma lente pela qual enxergamos a realidade, as pessoas, os acontecimentos. É através dele que definimos o que é certo e errado, o aceitável do inaceitável, o bom do mau.
Esses paradigmas acabam se fortalecendo tanto no decorrer do tempo que acabam se tornando os verdadeiros senhores de nossas vidas. Cristalizam-se de tal forma que deixamos de ter o poder de enxergar além deles, a não ser com um esforço hercúleo, e geralmente com ajuda externa. Passamos a pensar que as pessoas também fazem parte desse mundo, e na tentativa de manter o controle dele, tornamo-nos controladores das pessoas, esquecendo que cada uma tem sua própria realidade. Somos competentes em algo que nosso paradigma aceita, e se somos forçados a fazer algo que sai fora de nosso mundo não conseguimos fazer direito. Se durante a formação desse mundo os estímulos que recebemos forem deturpados, como, por exemplo, crescermos escutando que somos inúteis, irresponsáveis, feios, gordos, etc, ou mesmo se sofrermos abusos morais e físicos, então nossa forma de interagir com a realidade será tão deturpada quanto, sendo que aparentemente tudo e todos estarão errados, quando na verdade o problema está em nós mesmos, em nossas bases, em nossas crenças, em nosso paradigma.
Devemos nos dedicar a conhecer o mundo em que vivemos, quais os paradigmas que criamos, e passemos a assumir o controle da situação. Tenhamos coragem de mudar o necessário, de aceitar que a culpa de nossa vida ser como é, é nossa mesma, assim como é nossa a responsabilidade de melhorá-la.
Herman Renato Assumpção, é professor de Biologia.
E-mail: herman.assumpcao@itelefonica.com.br
A partir do nascimento, e no decorrer da vida, somos bombardeados de informações provindas de tudo e todos a nossa volta, e com elas vamos construindo nossa realidade, nosso mundo particular como se fossemos o Pequeno Príncipe. Essa realidade pessoal, também conhecida por paradigma, se torna necessária, pois através dela que conseguimos traduzir todos os estímulos captados pelos nossos sentidos, e também é através dela que vamos nos tornando seres sociais.
Todos os não e sim que recebemos, todas as represálias, todas as coisas “legais” que vemos os adultos fazendo e se divertindo, tudo que observamos, vão passando a fazer parte desse mundo. Na medida em que vamos crescendo deixamos de lembrar como que esse mundo foi criado, e acabamos acreditando que somos ele. Ele se torna uma lente pela qual enxergamos a realidade, as pessoas, os acontecimentos. É através dele que definimos o que é certo e errado, o aceitável do inaceitável, o bom do mau.
Esses paradigmas acabam se fortalecendo tanto no decorrer do tempo que acabam se tornando os verdadeiros senhores de nossas vidas. Cristalizam-se de tal forma que deixamos de ter o poder de enxergar além deles, a não ser com um esforço hercúleo, e geralmente com ajuda externa. Passamos a pensar que as pessoas também fazem parte desse mundo, e na tentativa de manter o controle dele, tornamo-nos controladores das pessoas, esquecendo que cada uma tem sua própria realidade. Somos competentes em algo que nosso paradigma aceita, e se somos forçados a fazer algo que sai fora de nosso mundo não conseguimos fazer direito. Se durante a formação desse mundo os estímulos que recebemos forem deturpados, como, por exemplo, crescermos escutando que somos inúteis, irresponsáveis, feios, gordos, etc, ou mesmo se sofrermos abusos morais e físicos, então nossa forma de interagir com a realidade será tão deturpada quanto, sendo que aparentemente tudo e todos estarão errados, quando na verdade o problema está em nós mesmos, em nossas bases, em nossas crenças, em nosso paradigma.
Devemos nos dedicar a conhecer o mundo em que vivemos, quais os paradigmas que criamos, e passemos a assumir o controle da situação. Tenhamos coragem de mudar o necessário, de aceitar que a culpa de nossa vida ser como é, é nossa mesma, assim como é nossa a responsabilidade de melhorá-la.
Herman Renato Assumpção, é professor de Biologia.
E-mail: herman.assumpcao@itelefonica.com.br
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::: Herman Renato Assumpção
sábado, 7 de julho de 2007
Podemos segurar as geleiras, SIM!
Ana Favali
Constantemente somos bombardeados por notícias alarmantes sobre roubos, assaltos, seqüestros, mortes, crises na Bolsa de Valores, e desequilíbrio gerado pelo homem em relação à natureza.
Sabemos, no entanto que o Planeta Terra é sagrado, é um organismo vivo, encurralado ante tanta agressividade que nós, seus habitantes, conscientemente provocamos.
Imagine se você fizesse isso com sua casa: destruísse os jardins, os quintais e todas as plantas, se não varresse mais os cômodos e mantivesse a sujeira em toda parte, se você não fizesse a manutenção e assistisse silenciosamente as paredes rachando, teias de aranha tomando conta e o teto quase desabando.
Imagine se ainda por cima, alimentasse onde mora com discussões, desarmonia e pensamentos de revolta, ódio, mágoas e vingança.
É, amigo...um dia a casa cai, literalmente. O teto desaba, inunda-se o banheiro, crescem ervas daninhas e é por isso que vemos casarões abandonados e sombrios.
É isso que deseja para sua casa? E para o planeta onde habita?
Já ouvimos todos os necessários chamados de alerta.
Jesus veio nos ensinar a amar e respeitar o próximo e a vida; Gandhi nos ensinou tudo sobre a Paz; Madre Tereza de Calcutá nos mostrou a nobreza de gestos de compaixão;
Dalai Lama nos ensina a arte da Felicidade e da Ética como nosso caminho natural.
E tantos outros santos, mestres, avatares, gurus, padres, rabinos, anciões, ministros nos alertam sobre o poder e a influencia que cada um de nós pode exercer na humanidade.
Escolhemos cada um dos nossos pensamentos pela Lei do Livre Arbítrio, e na Era Mental que vivemos, sabemos já do poder de cada um deles.
Se quisermos honestamente um planeta de Paz, de Luz, um Paraíso Terrestre, é urgente vibrarmos constantemente na energia do AMOR.
Não podemos entrar em desespero, aguardando o caos.Se cada um de nós visualizar um Planeta perfeito, ele será. Ainda há tempo. Estaremos em sintonia com todos os que vibram em harmonia, na certeza de que a PAZ já está!
Prestemos muita atenção a cada um dos nossos 4 gestos fundamentais: Pensar, Falar, Sentir e Agir para se sejam constantemente positivos.
Nós assistimos a série de filmes “Quem somos nós 1 e 2” e “O Segredo” divulgados em vários países que transmitem essa mesma mensagem.
Você sabe que não me refiro a uma conduta alienada, nem na crença ingênua dos contos da carochinha, mas da cada um de nós, Ser Humano, com o Gigantesco Poder de sair das cinzas como o Phenix e finalmente ocupar o seu espaço, realizando o que veio fazer aqui, sua Missão de Vida, sem o que nunca se sentirá feliz e realizado.
Não estamos aqui por acaso, por brincadeira... cabe a cada um visualizar, acreditar e agradecer a Deus por já ver realizado um dos seus sonhos: o Planeta perfeito....e assim serão detidas as enchentes, os incêndios, a maldade dos homens, e cessarão os degelos precipitados das geleiras eternas.Temos esse poder,SIM!
Acredite. Fique na Luz!
Ana Favali, é Psicóloga e Palestrante.
Ministra cursos de Motivação, Liderança e Administração do Tempo, entre outros.
E-mail: anafavali@uol.com.br
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::: Ana Favali
Espiritualismo Falso e Espiritualismo Verdadeiro
Elizabeth Muniz
O Espiritualismo não é uma filosofia ou uma religião, mas uma atitude de vida que considera as encarnações como oportunidades para evoluir.
Evoluir, para um espiritualista, é conquistar, por esforço próprio, um padrão vibratório mais elevado, através da modificação contínua e gradual, deliberada e consciente, das qualidades da Alma.
Qualidades da Alma não são poderes paranormais. São virtudes que se vão alcançando ao longo da luta do Homem com suas sombras. Sombras são defeitos, sugestões de espíritos malévolos ou de padrões arquetípicos negativos.
Ninguém se torna um espiritualista de um dia para o outro. A atitude espiritualista é alcançada no meio do caminho entre a ignorância total e a iluminação ou santidade. Um espiritualista não está pronto. Está a caminho da mestria. Porém já tem conhecimento suficiente para realizar corretamente a sua busca pela Luz.
Um aspirante a espiritualista pode vencer seus diversos equívocos internos e tornar-se, então, um espiritualista, que se tornará aspirante a discípulo, depois discípulo, depois então aspirante a adepto, depois Mestre. Mas um Mestre ainda tem um caminho a percorrer - um caminho para cima, tão alto, que sequer podemos compreender.
Um espiritualista não vive alienado da realidade; participa dela, de boa vontade, sabendo que as encarnações não são fruto de nenhum pecado original, mas simplesmente fazem parte de um item do Plano Divino chamado involução.
Um espiritualista não nega o real concreto nem o menospreza; não se diz perfeito, não discrimina quem escolhe outro caminho, diferente do dele, mas correto e produtivo. Tem compromisso é com sua própria transformação interna. Não confunde qualidades de Alma com paranormalidade; não confunde atitudes filosóficas ou religiões sugeridas – todas externas, como “não fazer isto ou aquilo” e “só fazer isso ou aquilo” - com práticas internas de discernimento, amor, sabedoria, compaixão, amor à verdade, queima dos programas internos do carma, busca da memória da divindade interna, ampliação da fé, busca do poder verdadeiro, compreensão da Lei da Abundância e compreensão das Leis Cósmicas.
Um espiritualista não acha que o corpo é sujo, que o dinheiro é sujo, que tudo é sujo. Busca desembaraçar-se das vibrações inferiores, sem negar a vida e sem ignorar a beleza da vida.
Trabalha, casa-se, ganha dinheiro, enfrenta toda a sorte de problemas com coragem e determinação, busca a diminuição da quantidade e da gravidade dos problemas, estuda, questiona, tem dúvidas, resolve-as, evolui, tem recaídas, evolui, descobre em si novas deficiências, evolui, são-lhe exigidos trabalhos internos mais complexos.
Esforça-se por alcançar a vocação, o amor, a saúde. Tem toda sorte de sentimentos negativos (de acordo com sua personalidade), mas fica cada dia mais esperto para reagir a eles de modo positivo. Entretanto é moderado em tudo - porque busca continuamente o Caminho do Meio.
O Caminho do Meio não é o da pessoa indefinida, que fica em cima do muro. É o caminho das pessoas que não vivem mais oscilando entre dois opostos de si mesmas; das pessoas que encontram em si mesmas um único eu, nascidos de outros dois contrários.
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
O Espiritualismo não é uma filosofia ou uma religião, mas uma atitude de vida que considera as encarnações como oportunidades para evoluir.
Evoluir, para um espiritualista, é conquistar, por esforço próprio, um padrão vibratório mais elevado, através da modificação contínua e gradual, deliberada e consciente, das qualidades da Alma.
Qualidades da Alma não são poderes paranormais. São virtudes que se vão alcançando ao longo da luta do Homem com suas sombras. Sombras são defeitos, sugestões de espíritos malévolos ou de padrões arquetípicos negativos.
Ninguém se torna um espiritualista de um dia para o outro. A atitude espiritualista é alcançada no meio do caminho entre a ignorância total e a iluminação ou santidade. Um espiritualista não está pronto. Está a caminho da mestria. Porém já tem conhecimento suficiente para realizar corretamente a sua busca pela Luz.
Um aspirante a espiritualista pode vencer seus diversos equívocos internos e tornar-se, então, um espiritualista, que se tornará aspirante a discípulo, depois discípulo, depois então aspirante a adepto, depois Mestre. Mas um Mestre ainda tem um caminho a percorrer - um caminho para cima, tão alto, que sequer podemos compreender.
Um espiritualista não vive alienado da realidade; participa dela, de boa vontade, sabendo que as encarnações não são fruto de nenhum pecado original, mas simplesmente fazem parte de um item do Plano Divino chamado involução.
Um espiritualista não nega o real concreto nem o menospreza; não se diz perfeito, não discrimina quem escolhe outro caminho, diferente do dele, mas correto e produtivo. Tem compromisso é com sua própria transformação interna. Não confunde qualidades de Alma com paranormalidade; não confunde atitudes filosóficas ou religiões sugeridas – todas externas, como “não fazer isto ou aquilo” e “só fazer isso ou aquilo” - com práticas internas de discernimento, amor, sabedoria, compaixão, amor à verdade, queima dos programas internos do carma, busca da memória da divindade interna, ampliação da fé, busca do poder verdadeiro, compreensão da Lei da Abundância e compreensão das Leis Cósmicas.
Um espiritualista não acha que o corpo é sujo, que o dinheiro é sujo, que tudo é sujo. Busca desembaraçar-se das vibrações inferiores, sem negar a vida e sem ignorar a beleza da vida.
Trabalha, casa-se, ganha dinheiro, enfrenta toda a sorte de problemas com coragem e determinação, busca a diminuição da quantidade e da gravidade dos problemas, estuda, questiona, tem dúvidas, resolve-as, evolui, tem recaídas, evolui, descobre em si novas deficiências, evolui, são-lhe exigidos trabalhos internos mais complexos.
Esforça-se por alcançar a vocação, o amor, a saúde. Tem toda sorte de sentimentos negativos (de acordo com sua personalidade), mas fica cada dia mais esperto para reagir a eles de modo positivo. Entretanto é moderado em tudo - porque busca continuamente o Caminho do Meio.
O Caminho do Meio não é o da pessoa indefinida, que fica em cima do muro. É o caminho das pessoas que não vivem mais oscilando entre dois opostos de si mesmas; das pessoas que encontram em si mesmas um único eu, nascidos de outros dois contrários.
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
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::: Elizabeth Muniz
domingo, 10 de junho de 2007
Tá de rolo ou tá ficando?
Por Cláudio Mariotto
Viva a sociedade pós-moderna! Se na padaria você pode provar um pedacinho do bolo para ver se vai levar um pedaço maior no quilo, na balada de hoje você pode ficar com uma pessoa, beijar, apertar, passar a mão, beber junto, ir embora e tudo bem! Se não voltar a ver a pessoa, não tem problema, foi só uma ficada. Tudo muito prático, afinal se você não gostou do beijo, se a “pegada” não foi aquela que você imaginava, não tem problema. Descarta, anda a fila e tudo bem. No meio das baladas, você ainda poderá recomendar: Olha... Fica com ele(a)! É bom! Já no rolo é diferente, não é mais ficada. Ficou, gostou, ficou novamente, foi ficando, ficando, até que virou rolo. Não é namoro, hein? É rolo! Namoro é compromisso, rolo ainda não. Mas existem outras vantagens: você pode ficar com um no começo da balada, outro no meio e ir embora com outro. Super normal, afinal, tá todo mundo fazendo!
Mas se a ficada é um lance que pode virar algo sério, surge um outro petisco na balada da galera: a frase: “Eu só beijei ele(a), não cheguei a ficar! Qual era mesmo o nome dele(a)?” E o sexo? É o que interessa! Como é que você vai namorar se não for para a cama antes? Tem que provar! Se não gostar, descarta! O esquema é amar ao próximo! Próximooo, e dá licença que a fila tem que andar! Da hora, não é galera? Então muita atenção, dia 12 de junho está chegando, Dia dos Namorados! Atenção ficantes, roleiros(as) e beijoqueiros (as) de balada, a comemoração não é para vocês. Porque amor não tem nada a ver com superficialidade, não tem a ver com a facilidade em se descartar o outro.
Dia 12 é o dia de quem namora, ama, briga, volta. Dia 12 é o dia de quem se preocupa, se envolve, liga para dizer “bom dia” e para dar um beijo de boa noite, mesmo estando em outro país por uns tempos. É o dia de quem conta as moedas juntos para comprar um saquinho de pipoca para dois, de quem abraça, beija, sonha junto e planeja mais vidas além e além. É o dia de quem entende que o outro é diferente, tem outras idéias, tem seu jeito único de ser, de falar, de chorar e até mesmo de expressar que ama, sem dizer uma só palavra. É o dia de quem tolera, pois além da malcriação momentânea, da palavra que magoou, existe o sentimento, o afeto. A chateação foi só um momento, passará...
Santo dia 12, brega, melado, com bombons e ursinhos, perfumes e beijinhos, mas profundo, sincero, lição de vida, segredo dos casamentos que são exemplos de felicidade!
Se você pensa o contrário, que tá fora de moda, que é bobeira, que tem que experimentar o mundo, tudo bem. Paulo beijou Ana que beijou Antônio, que beijou Roberto, que beijou Márcia, Andréia, Felipe, Regina, João, Suzana, Pedro, Rita que beijou Paulo, o mesmo que beijou Ana... Entre tantas bocas, anda meio difícil descobrir o sabor do beijo de quem você realmente gostou! Alô, ficantes, alô roleiros(as)! Dia 12 é o dia de refletir em quantas bocas se anda e pensar se não está na hora de pedir: “Você quer namorar comigo?”
Que o amor faça descer os céus e as estrelas e que continuemos trazendo a lua para nossas declarações de amor! Que no mês dos namorados possamos dar um tempo no descartar e começar a reciclar. Que o amor possa ser vivido pleno, absoluto, verdadeiro, tornando-nos humanos outra vez!
Mas se a ficada é um lance que pode virar algo sério, surge um outro petisco na balada da galera: a frase: “Eu só beijei ele(a), não cheguei a ficar! Qual era mesmo o nome dele(a)?” E o sexo? É o que interessa! Como é que você vai namorar se não for para a cama antes? Tem que provar! Se não gostar, descarta! O esquema é amar ao próximo! Próximooo, e dá licença que a fila tem que andar! Da hora, não é galera? Então muita atenção, dia 12 de junho está chegando, Dia dos Namorados! Atenção ficantes, roleiros(as) e beijoqueiros (as) de balada, a comemoração não é para vocês. Porque amor não tem nada a ver com superficialidade, não tem a ver com a facilidade em se descartar o outro.
Dia 12 é o dia de quem namora, ama, briga, volta. Dia 12 é o dia de quem se preocupa, se envolve, liga para dizer “bom dia” e para dar um beijo de boa noite, mesmo estando em outro país por uns tempos. É o dia de quem conta as moedas juntos para comprar um saquinho de pipoca para dois, de quem abraça, beija, sonha junto e planeja mais vidas além e além. É o dia de quem entende que o outro é diferente, tem outras idéias, tem seu jeito único de ser, de falar, de chorar e até mesmo de expressar que ama, sem dizer uma só palavra. É o dia de quem tolera, pois além da malcriação momentânea, da palavra que magoou, existe o sentimento, o afeto. A chateação foi só um momento, passará...
Santo dia 12, brega, melado, com bombons e ursinhos, perfumes e beijinhos, mas profundo, sincero, lição de vida, segredo dos casamentos que são exemplos de felicidade!
Se você pensa o contrário, que tá fora de moda, que é bobeira, que tem que experimentar o mundo, tudo bem. Paulo beijou Ana que beijou Antônio, que beijou Roberto, que beijou Márcia, Andréia, Felipe, Regina, João, Suzana, Pedro, Rita que beijou Paulo, o mesmo que beijou Ana... Entre tantas bocas, anda meio difícil descobrir o sabor do beijo de quem você realmente gostou! Alô, ficantes, alô roleiros(as)! Dia 12 é o dia de refletir em quantas bocas se anda e pensar se não está na hora de pedir: “Você quer namorar comigo?”
Que o amor faça descer os céus e as estrelas e que continuemos trazendo a lua para nossas declarações de amor! Que no mês dos namorados possamos dar um tempo no descartar e começar a reciclar. Que o amor possa ser vivido pleno, absoluto, verdadeiro, tornando-nos humanos outra vez!
Cláudio Mariotto, é Terapeuta Holístico e trabalha com Psicanálise Integrada.
E-mail: crm_argonauta@hotmail.com
E-mail: crm_argonauta@hotmail.com
Categoria
::: Cláudio Mariotto
sábado, 2 de junho de 2007
Tarô: um caminho para o inconsciente
Por Vera Lúcia Moreira
Através da interpretação da simbologia e magia contidas em cartas torna-se possível acessar o inconsciente humano. Em alguns momentos todos nós necessitamos de orientação para direcionar escolhas e confirmações de atitudes a serem tomadas, frente a situações que podem parecer insolúveis.
Na modernidade somos conduzidos por movimentos contraditórios que nos afastam das respostas do nosso universo interior.
Existem, porém indícios não percebidos pela consciência que nos direcionam e impulsionam a caminhar em busca evolutiva.
Em alguns momentos da vida nos vemos diante de impasses, surgem dúvidas quanto ao que fazer e como fazer. Nesses momentos precisamos buscar dentro de nós mesmos confiança e solução.
Várias são as modalidades e interpretações apresentadas pelos tarôs. Através de imagens arquétipicas torna-se possível decifrar situações passadas, presentes e futuras, esclarecendo momento, postura e dificuldades que possam estar passando um indivíduo.
O trabalho terapêutico com as cartas do tarô e sua simbologia favorece o auto-conhecimento induzindo a evolução individual e coletiva. Interpretando mitologias que apontam com clareza todo um contexto contido no inconsciente, torna-se possível viver e se resolver com equilíbrio e esperança perante aos desafios da vida.
Vera Lúcia Moreira, é terapeuta holistica, trabalha com leitura de tarô, cromoterapia, florais e massagem. Ministra os cursos “Harmonização dos Chacras através dos 4 elementos da natureza” e “Tarô”.
E-mail: moreiravg@bol.com.br
Através da interpretação da simbologia e magia contidas em cartas torna-se possível acessar o inconsciente humano. Em alguns momentos todos nós necessitamos de orientação para direcionar escolhas e confirmações de atitudes a serem tomadas, frente a situações que podem parecer insolúveis.
Na modernidade somos conduzidos por movimentos contraditórios que nos afastam das respostas do nosso universo interior.
Existem, porém indícios não percebidos pela consciência que nos direcionam e impulsionam a caminhar em busca evolutiva.
Em alguns momentos da vida nos vemos diante de impasses, surgem dúvidas quanto ao que fazer e como fazer. Nesses momentos precisamos buscar dentro de nós mesmos confiança e solução.
Várias são as modalidades e interpretações apresentadas pelos tarôs. Através de imagens arquétipicas torna-se possível decifrar situações passadas, presentes e futuras, esclarecendo momento, postura e dificuldades que possam estar passando um indivíduo.
O trabalho terapêutico com as cartas do tarô e sua simbologia favorece o auto-conhecimento induzindo a evolução individual e coletiva. Interpretando mitologias que apontam com clareza todo um contexto contido no inconsciente, torna-se possível viver e se resolver com equilíbrio e esperança perante aos desafios da vida.
Vera Lúcia Moreira, é terapeuta holistica, trabalha com leitura de tarô, cromoterapia, florais e massagem. Ministra os cursos “Harmonização dos Chacras através dos 4 elementos da natureza” e “Tarô”.
E-mail: moreiravg@bol.com.br
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::: Vera Lúcia Moreira
As nossas sombras
Por Cecília Varejão
Quantos momentos de nossas vidas batemos de frente com nossas sombras? Mesmo quando batemos de frente na maioria das vezes não queremos olhá-la ou não assumimos que ela existe.
É importante sabermos que temos sombras e quando elas vem a tona é hora de refletir. Quando a sombra deve ser olhada?
Quando repetimos atitudes impensadas que não dão certo e que nós mesmos não damos conta da repetição, a sombra atua livremente sem nos conscientizarmos dela.
É necessário rever frases prontas e atitudes impensadas.
Mudamos quando encaramos algo que está ruim, que não está certo. A Consciência de que não estou bem nos leva ao desejo por mudanças, e só o desejo já nos faz andar meio caminho para alcançar bons resultados.
E como devo caminhar para essa direção? Quando a dor aperta vamos em busca de uma solução. Parece que só há solução quando há sofrimento! Temos algo em nós que se chama acomodação. Acomodamos-nos com muitas coisas que vemos, escutamos, que fazemos ou que fazem conosco todos os dias. “Aprendemos o novo, mas reagimos com o velho”. Isso nos faz parar e estagnar em velhas fórmulas e atitudes.
O movimento precisa vir de dentro para fora para então gerar ações em prol de mudanças. É preciso perceber e sentir a si mesmo com o propósito do auto-conhecimento.
Vivemos distantes de nós mesmos. Vivemos um reflexo de uma vida que muitas vezes não é a de nossa escolha e sim aquela que dá para viver. Resumindo, vivemos meia vida.
Não assumimos posturas pessoais, o erro fica fora de nós, fora de nossas próprias reações, ou seja, estamos muito influenciados pelo mundo exterior.
Assumir a própria vida, os enganos e os acertos, nos faz crescer emocionalmente, assumir a si mesmo sem medo.
Cuidar das sombras é saber conscientemente que elas existem e assim aprendermos a nos colocar do tamanho que somos.
Quantos momentos de nossas vidas batemos de frente com nossas sombras? Mesmo quando batemos de frente na maioria das vezes não queremos olhá-la ou não assumimos que ela existe.
É importante sabermos que temos sombras e quando elas vem a tona é hora de refletir. Quando a sombra deve ser olhada?
Quando repetimos atitudes impensadas que não dão certo e que nós mesmos não damos conta da repetição, a sombra atua livremente sem nos conscientizarmos dela.
É necessário rever frases prontas e atitudes impensadas.
Mudamos quando encaramos algo que está ruim, que não está certo. A Consciência de que não estou bem nos leva ao desejo por mudanças, e só o desejo já nos faz andar meio caminho para alcançar bons resultados.
E como devo caminhar para essa direção? Quando a dor aperta vamos em busca de uma solução. Parece que só há solução quando há sofrimento! Temos algo em nós que se chama acomodação. Acomodamos-nos com muitas coisas que vemos, escutamos, que fazemos ou que fazem conosco todos os dias. “Aprendemos o novo, mas reagimos com o velho”. Isso nos faz parar e estagnar em velhas fórmulas e atitudes.
O movimento precisa vir de dentro para fora para então gerar ações em prol de mudanças. É preciso perceber e sentir a si mesmo com o propósito do auto-conhecimento.
Vivemos distantes de nós mesmos. Vivemos um reflexo de uma vida que muitas vezes não é a de nossa escolha e sim aquela que dá para viver. Resumindo, vivemos meia vida.
Não assumimos posturas pessoais, o erro fica fora de nós, fora de nossas próprias reações, ou seja, estamos muito influenciados pelo mundo exterior.
Assumir a própria vida, os enganos e os acertos, nos faz crescer emocionalmente, assumir a si mesmo sem medo.
Cuidar das sombras é saber conscientemente que elas existem e assim aprendermos a nos colocar do tamanho que somos.
Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com
Categoria
::: Cecília Varejão
Apegos e bagagens
Edson Barbosa
Vamos conversar um pouco sobre os apegos e bagagens.
Bem, parece algo repetitivo, mas como nada é por acaso, algum motivo tem pra você estar lendo isso.
Muita gente que me conhece já me ouviu falar bastante sobre isso e sei que sempre estão tentando conceber tal idéia, em muitos meios se fala muito sobre apego as coisas materiais, sobre dinheiro sobre isso e sobre aquilo, e isso, para falar a verdade, acaba gerando uma oposição a estas coisas, um conflito que cada um sente de acordo com o momento de informação em que se encontra.
Vamos novamente focar a “informação”, afinal lidamos o tempo todo com informação e, informação é um link para novas informações, nunca são verdades absolutas!
Não importa o meio, não importa religião, livros, que pessoa ou “ser” falou, são informações que nos chegam por afinidade ao nosso momento e que nos permitem seguir adiante modificando nossa bagagem constantemente.
Dentro desse processo é muito comum criarmos inúmeras zonas de conforto, e acreditem, todos as temos.
E o que seria essa zona de conforto? Qualquer apego a qualquer tipo de informação. Muitos se apegam ao que dizem as religiões, outros se apegam ao que dizem as doutrinas ou sociedades especificas, meios esotéricos diversos, holísticos, e outros ainda se apegam aos meios científicos, à psicologia, a psiquiatria e etc.
Se as pessoas se permitissem acessar as realidades diversas sem se apegar e, apegar é polarizar, e quando polarizamos queremos induzir outras pessoas, criamos expectativas de transformação e esquecemos que cada um tem sua própria realidade, repetimos as coisas várias e várias vezes, e não enxergamos o que os outros dizem, porque inconscientemente já somos donos da verdade e não percebemos e acabamos nos limitando.
Nos agarramos a um link que estamos vivenciando e o transformamos em uma zona de conforto, um limite, passando a seguir regras deste conceito de informação, esquecemos que regras limitam e nos fazem seguir parâmetros de terceiros.
Progredir no que se conceituou como evolução é assim mesmo, saímos de uma zona de conforto, acessamos novas informações e as transformamos em nova zona de conforto. O interessante é que podemos sair disso facilmente, nos permitindo ver mais além, “ter olhos de ver”.
Todo um universo se apresenta de uma forma muito ampla neste momento, utopias que estão se tornando realidades, “para quem tiver olhos de ver”.
Quando nos permitimos abrir mão de idéias pré-concebidas veremos essa realidade de informação de agora de uma outra forma, assim como se nos observarmos a uns anos atrás nossa realidade hoje é muito diferente.
O que digo, é que devemos deixar as informações dentro nós fluírem, nos abrir a novas possibilidades, a novas realidades, usar as informações que temos como links que de fato são, e um link nos leva a outro e assim sempre.
Pare, reveja as suas informações e veja o que anda fazendo a tanto tempo, é hora de fazer coisas novas, abra-se e essas expectativas serão percebidas.
O medo que pode sentir é apego a pré-conceitos e regras estabelecidas que na sua maioria sequer são suas, foram estabelecidas por outras pessoas, por outros seres muito tempo atrás, muita coisa se evidenciará como alegoria e nada mais.
Um universo se abre quando nos permitimos vê-lo e mais ainda quando começamos a vivenciá-lo.
As mudanças, as transformações estão aí a um passo, basta acessar sua própria realidade, basta deixar de seguir parâmetros externos, embora mais cômodo, não é sua realidade, mas um link que desperta informação em você e que te leva a mais informação se você assim permitir.
Tudo está acontecendo ao seu redor, numa intensidade muito grande, permita-se ver. Grupos vem e vão por afinidade, afinidade ao comodismo, ou afinidade a inovação constante.
Muitos sabem do que eu estou falando e muitos podem não entender, assim como muitos podem se constranger.
Mas permitam-se ver, permitam-se sentir, abram mão das regras, tomem um ponto de observador em relação aos parâmetros, descubra qual é sua realidade de fato mesmo que isso te leve a ver que até agora você nunca foi você de fato, é um passo importante.
Acesse seu ponto de harmonia, sua real-realidade.
Sejam Felizes!
***
Edson Barbosa, é pesquisador e palestrante.
Autor do site Pró-Consciência - www.proconsciencia.kit.net
Membro do “Kroon Espaço Consciencial e Ufológico” - www.espacokroon.kit.net
E-mail: proconsciencia@gmail.com
Vamos conversar um pouco sobre os apegos e bagagens.
Bem, parece algo repetitivo, mas como nada é por acaso, algum motivo tem pra você estar lendo isso.
Muita gente que me conhece já me ouviu falar bastante sobre isso e sei que sempre estão tentando conceber tal idéia, em muitos meios se fala muito sobre apego as coisas materiais, sobre dinheiro sobre isso e sobre aquilo, e isso, para falar a verdade, acaba gerando uma oposição a estas coisas, um conflito que cada um sente de acordo com o momento de informação em que se encontra.
Vamos novamente focar a “informação”, afinal lidamos o tempo todo com informação e, informação é um link para novas informações, nunca são verdades absolutas!
Não importa o meio, não importa religião, livros, que pessoa ou “ser” falou, são informações que nos chegam por afinidade ao nosso momento e que nos permitem seguir adiante modificando nossa bagagem constantemente.
Dentro desse processo é muito comum criarmos inúmeras zonas de conforto, e acreditem, todos as temos.
E o que seria essa zona de conforto? Qualquer apego a qualquer tipo de informação. Muitos se apegam ao que dizem as religiões, outros se apegam ao que dizem as doutrinas ou sociedades especificas, meios esotéricos diversos, holísticos, e outros ainda se apegam aos meios científicos, à psicologia, a psiquiatria e etc.
Se as pessoas se permitissem acessar as realidades diversas sem se apegar e, apegar é polarizar, e quando polarizamos queremos induzir outras pessoas, criamos expectativas de transformação e esquecemos que cada um tem sua própria realidade, repetimos as coisas várias e várias vezes, e não enxergamos o que os outros dizem, porque inconscientemente já somos donos da verdade e não percebemos e acabamos nos limitando.
Nos agarramos a um link que estamos vivenciando e o transformamos em uma zona de conforto, um limite, passando a seguir regras deste conceito de informação, esquecemos que regras limitam e nos fazem seguir parâmetros de terceiros.
Progredir no que se conceituou como evolução é assim mesmo, saímos de uma zona de conforto, acessamos novas informações e as transformamos em nova zona de conforto. O interessante é que podemos sair disso facilmente, nos permitindo ver mais além, “ter olhos de ver”.
Todo um universo se apresenta de uma forma muito ampla neste momento, utopias que estão se tornando realidades, “para quem tiver olhos de ver”.
Quando nos permitimos abrir mão de idéias pré-concebidas veremos essa realidade de informação de agora de uma outra forma, assim como se nos observarmos a uns anos atrás nossa realidade hoje é muito diferente.
O que digo, é que devemos deixar as informações dentro nós fluírem, nos abrir a novas possibilidades, a novas realidades, usar as informações que temos como links que de fato são, e um link nos leva a outro e assim sempre.
Pare, reveja as suas informações e veja o que anda fazendo a tanto tempo, é hora de fazer coisas novas, abra-se e essas expectativas serão percebidas.
O medo que pode sentir é apego a pré-conceitos e regras estabelecidas que na sua maioria sequer são suas, foram estabelecidas por outras pessoas, por outros seres muito tempo atrás, muita coisa se evidenciará como alegoria e nada mais.
Um universo se abre quando nos permitimos vê-lo e mais ainda quando começamos a vivenciá-lo.
As mudanças, as transformações estão aí a um passo, basta acessar sua própria realidade, basta deixar de seguir parâmetros externos, embora mais cômodo, não é sua realidade, mas um link que desperta informação em você e que te leva a mais informação se você assim permitir.
Tudo está acontecendo ao seu redor, numa intensidade muito grande, permita-se ver. Grupos vem e vão por afinidade, afinidade ao comodismo, ou afinidade a inovação constante.
Muitos sabem do que eu estou falando e muitos podem não entender, assim como muitos podem se constranger.
Mas permitam-se ver, permitam-se sentir, abram mão das regras, tomem um ponto de observador em relação aos parâmetros, descubra qual é sua realidade de fato mesmo que isso te leve a ver que até agora você nunca foi você de fato, é um passo importante.
Acesse seu ponto de harmonia, sua real-realidade.
Sejam Felizes!
***
Edson Barbosa, é pesquisador e palestrante.
Autor do site Pró-Consciência - www.proconsciencia.kit.net
Membro do “Kroon Espaço Consciencial e Ufológico” - www.espacokroon.kit.net
E-mail: proconsciencia@gmail.com
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::: Edson Barbosa
sábado, 7 de abril de 2007
Divaldo Franco em Taubaté: uma noite abençoada
Por João Luiz Araujo
“Você está sabendo que Divaldo Franco estará em Taubaté dia 22 (março)?”, perguntou nossa querida amiga Ana Favali no dia em que nos encontramos no seu acolhedor consultório para mostrar-lhe o projeto de lançamento do Jornal Guia Holístico Equilíbrio.
Realmente não sabia. Mas, me lembrei daquele que tudo sabe, o “seo” Zezinho da Livraria Espírita, que me recebeu com a atenção de sempre e confirmou a vinda do ilustre divulgador da Doutrina.
No dia do evento convidei dona Marilda, minha futura sogra, para a palestra, ela aceitou sem saber o que a esperava. No fim da tarde nos dirigimos ao SESI para assistir a apresentação e entregar alguns jornais, coração apertado sem saber se poderíamos distribuí-lo. Não é um jornal espírita, é holístico, claro que sendo holístico é também espírita. Mas tudo se resolveu quando encontramos a Marina Ferry que nos recebeu com carinho e permitiu a entrega. A noite começava abençoada. A partir de então passamos a reconhecer os amigos presentes, quanta gente boa. Pude ver amigos de tantos anos, gente da época da Mocidade Espírita no União e Caridade, a Regina e companheiros da Escola de Aprendizes do Evangelho, o Eduardo do Maria de Nazaré e, claro, Marlene e João Abud, casal tão estimado e presente em nossas vidas.
O ginásio estava lotado, certamente mais de 1.000 pessoas. Marilena Abirached já havia dito que suas conferências no Rio de Janeiro são sempre assim, é preciso chegar cedo para garantir lugar.
Divaldo Franco estava ali sentado, sereno, as vezes esboçava um sorriso de canto de boca, estava compenetrado. Chamado ao seu lugar de honra, começou a palestrar num ritmo surpreendente. Não era rápido demais, nem muito devagar. Logo percebi que aquela era sua marca, tinha nascido para aquilo. Eu que tanto me fascino com a arte da oratória estava encantado. Uma boa apresentação tem suas regras, precisa despertar o interesse do público no início, uma voz com variação de ritmo e tom, seriedade e bom-humor, tudo isso eu presenciava sabendo que com treino é possível de se alcançar. Mas, o fundamental e mais difícil é o conhecimento do assunto, e isso ele tinha de sobra. Quanta cultura, quanta sabedoria. Diferente do que eu esperava, sua apresentação foi muito realista, a mensagem era espiritual, mas terrena. Falava de coisas concretas e de atitudes que precisamos tomar para mudar essa triste realidade de violência e doenças do corpo e da alma que a grande maioria de nós sofre. Melancolia e depressão foram citadas, distúrbio bipolar e tantos outros males. Fomos claramente chamados a refletir sobre nossas responsabilidades. Ficou para mim a mensagem de que a espiritualidade não está somente “do outro lado”. O dia-a-dia constrói o futuro, mas nosso futuro não parece promissor, por isso é preciso despertar. Foram muitas informações, dados científicos, históricos e filosóficos. Como seria bom se os irmãos de outras denominações religiosas se permitissem conhecer o movimento espírita, quanto preconceito que gera separação nesse mundo que mais do que nunca precisa de união para vencer tantas dificuldades.
Terminado o evento nos posicionamos na saída para distribuir o jornal. Quanta alegria sentimos ao entrega-lo para tantas pessoas especiais, quanto amor naquele lugar. Sem falar que os espíritas são famosos por sua cultura e gosto pela leitura. Sabemos que o jornal não poderia estar em melhores mãos.
E a sogra? Bem, de repente lá estava ela ajudando a entregar os jornais, mostrando que nem todas são iguais, nem tudo está perdido.
João Luiz Araujo, é palestrante e webmaster do Guia Equilíbrio.
E-mail: joaoluizaraujo@gmail.com
“Você está sabendo que Divaldo Franco estará em Taubaté dia 22 (março)?”, perguntou nossa querida amiga Ana Favali no dia em que nos encontramos no seu acolhedor consultório para mostrar-lhe o projeto de lançamento do Jornal Guia Holístico Equilíbrio.
Realmente não sabia. Mas, me lembrei daquele que tudo sabe, o “seo” Zezinho da Livraria Espírita, que me recebeu com a atenção de sempre e confirmou a vinda do ilustre divulgador da Doutrina.
No dia do evento convidei dona Marilda, minha futura sogra, para a palestra, ela aceitou sem saber o que a esperava. No fim da tarde nos dirigimos ao SESI para assistir a apresentação e entregar alguns jornais, coração apertado sem saber se poderíamos distribuí-lo. Não é um jornal espírita, é holístico, claro que sendo holístico é também espírita. Mas tudo se resolveu quando encontramos a Marina Ferry que nos recebeu com carinho e permitiu a entrega. A noite começava abençoada. A partir de então passamos a reconhecer os amigos presentes, quanta gente boa. Pude ver amigos de tantos anos, gente da época da Mocidade Espírita no União e Caridade, a Regina e companheiros da Escola de Aprendizes do Evangelho, o Eduardo do Maria de Nazaré e, claro, Marlene e João Abud, casal tão estimado e presente em nossas vidas.
O ginásio estava lotado, certamente mais de 1.000 pessoas. Marilena Abirached já havia dito que suas conferências no Rio de Janeiro são sempre assim, é preciso chegar cedo para garantir lugar.
Divaldo Franco estava ali sentado, sereno, as vezes esboçava um sorriso de canto de boca, estava compenetrado. Chamado ao seu lugar de honra, começou a palestrar num ritmo surpreendente. Não era rápido demais, nem muito devagar. Logo percebi que aquela era sua marca, tinha nascido para aquilo. Eu que tanto me fascino com a arte da oratória estava encantado. Uma boa apresentação tem suas regras, precisa despertar o interesse do público no início, uma voz com variação de ritmo e tom, seriedade e bom-humor, tudo isso eu presenciava sabendo que com treino é possível de se alcançar. Mas, o fundamental e mais difícil é o conhecimento do assunto, e isso ele tinha de sobra. Quanta cultura, quanta sabedoria. Diferente do que eu esperava, sua apresentação foi muito realista, a mensagem era espiritual, mas terrena. Falava de coisas concretas e de atitudes que precisamos tomar para mudar essa triste realidade de violência e doenças do corpo e da alma que a grande maioria de nós sofre. Melancolia e depressão foram citadas, distúrbio bipolar e tantos outros males. Fomos claramente chamados a refletir sobre nossas responsabilidades. Ficou para mim a mensagem de que a espiritualidade não está somente “do outro lado”. O dia-a-dia constrói o futuro, mas nosso futuro não parece promissor, por isso é preciso despertar. Foram muitas informações, dados científicos, históricos e filosóficos. Como seria bom se os irmãos de outras denominações religiosas se permitissem conhecer o movimento espírita, quanto preconceito que gera separação nesse mundo que mais do que nunca precisa de união para vencer tantas dificuldades.
Terminado o evento nos posicionamos na saída para distribuir o jornal. Quanta alegria sentimos ao entrega-lo para tantas pessoas especiais, quanto amor naquele lugar. Sem falar que os espíritas são famosos por sua cultura e gosto pela leitura. Sabemos que o jornal não poderia estar em melhores mãos.
E a sogra? Bem, de repente lá estava ela ajudando a entregar os jornais, mostrando que nem todas são iguais, nem tudo está perdido.
João Luiz Araujo, é palestrante e webmaster do Guia Equilíbrio.
E-mail: joaoluizaraujo@gmail.com
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::: João Luiz Araujo
Terapeuta Holístico é aquele cara maluco?
Elizabeth Muniz
No furor da Contracultura – movimento mundial de contestação dos valores estabelecidos pela sociedade (religiosos, familiares, educacionais, sexuais, políticos, sociais e tudo que pudesse ser contestado!), ocorrido a partir dos anos 60 – foram surgindo de uma forma marcante as Terapias Alternativas, que desejavam contestar a Ciência Ortodoxa, portanto a rejeitavam, em favor de outros métodos de diagnóstico e tratamento. Nessa categoria estavam a acupuntura, o shiatsu, a cristalterapia, a hidroterapia, a homeopatia, a terapia floral, a massagem ayurvédica e assim por diante.
Com o passar dos anos, surgiu um outro termo para essas terapias, que na ocasião estavam se fundamentando, não mais em parâmetros puramente filosóficos ou “espiritualistas”, mas na Física Quântica, que reformulou toda a Física Clássica. A idéia principal era que o Universo não era uma máquina – algo mecânico, mas um organismo vivo, com interligações muito mais complexas e perfeitas entre seus componentes do que a máquina. Esse novo termo era terapia holística.
Holismo, no Aurélio, é a “Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente”. Ainda, segundo a Filosofia, uma “Tendência, que se supõe seja própria do Universo, a sintetizar unidades em totalidades organizadas”.
Tudo isto quer dizer, afinal, que somos um organismo vivo: não podemos explicar nossas doenças ou problemas de maneira “localizada” – quando o fígado está intoxicado, por exemplo, adoece o estômago, o intestino, o cérebro e o humor da pessoa. Não podemos apenas tratar o mau humor da pessoa, ou o estômago, ou a confusão mental, sem conhecer a causa, que neste caso seria excesso de produtos químicos da indústria alimentícia e de agrotóxicos sobrecarregando o fígado. Temos de tratar o todo, porque nossa visão da doença e da saúde tem de ser dentro de um todo físico-psíquico-espiritual. Isto é Holismo: não isolar uma parte e tratá-la como se não estivesse inter-relacionada com diversas outras.
Da mesma maneira, não existe um problema puramente espiritual, nem puramente psíquico. existe uma fabulosa e belíssima interligação dos fatos orgânicos, emocionais e mentais no ser humano, de modo que um pensar holístico exige muito mais do que alguns cursos na área de Terapias Alternativas. Exige uma compreensão holística do Universo e do ser humano, o que implica uma formação filosófica.
Portanto, caro leitor, terapeuta holístico é o maior título que se pode ter, atualmente, na área da saúde como um todo, porque envolve grande conhecimento, grande discernimento, grande capacidade de percepção e síntese, além de grande responsabilidade e senso ético – sendo que cada um destes temas daria um novo artigo.
Entretanto vivemos no mundo. No mundão, para sermos mais exatos. No mundão significa: onde ocorrem as distorções das idéias originais, onde ocorrem os julgamentos apressados ou fundados em idéias parciais, onde nem sempre existe senso ético e onde o mundo das aparências, da propaganda e das palavras impera, sem que se exijam provas de sua veracidade e autenticidade.
Assim, há terapeutas holísticos e terapeutas holísticos, do mesmo modo como há médicos e médicos, advogados e advogados, professores e professores. Ou seja, se há os advogados de porta de xadrez, se há os médicos carniceiros, se há os professores puramente técnicos, sem nenhuma cultura ou formação filosófica, por que não haveria por aí os que se autodenominam terapeutas holísticos, não tendo, entretanto, nem parcela razoável de cultura, ética, informação científica (porque hoje em dia o terapeuta holístico jamais ignora a importância da Ciência e estuda muito mesmo!)? Pior, às vezes, confundindo sua doença emocional ou sua maluquice com as “filosofias alternativas”, causando sérios danos à sociedade!?! Por que não haveria isto, se isto ocorre em todas as profissões humanas?
Cuidado, caro leitor, com as aparências, com os títulos, com as notícias de jornal, com as conversas amalucadas dos pseudo-terapeutas holísticos, tipo “estou vendo a sua aura e você é um ser especial, da constelação de (tal)!”. Cuidado, porque velas, incenso, fala mansa, imagens de fadas não dão a ninguém a garantia de que uma pessoa seja um terapeuta holístico! Pior, esses sujeitos podem desviar uma pessoa de seu caminho saudável, produtivo e evolutivo, já que quem recebe seus cuidados nem sempre dispõe de informações suficientes para distinguir um profissional de outro.
Terapeuta Holístico é coisa muito séria e muito bela, responsável por boa parte da evolução que se está processando na Terra.
Honre-se a verdade!
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
No furor da Contracultura – movimento mundial de contestação dos valores estabelecidos pela sociedade (religiosos, familiares, educacionais, sexuais, políticos, sociais e tudo que pudesse ser contestado!), ocorrido a partir dos anos 60 – foram surgindo de uma forma marcante as Terapias Alternativas, que desejavam contestar a Ciência Ortodoxa, portanto a rejeitavam, em favor de outros métodos de diagnóstico e tratamento. Nessa categoria estavam a acupuntura, o shiatsu, a cristalterapia, a hidroterapia, a homeopatia, a terapia floral, a massagem ayurvédica e assim por diante.
Com o passar dos anos, surgiu um outro termo para essas terapias, que na ocasião estavam se fundamentando, não mais em parâmetros puramente filosóficos ou “espiritualistas”, mas na Física Quântica, que reformulou toda a Física Clássica. A idéia principal era que o Universo não era uma máquina – algo mecânico, mas um organismo vivo, com interligações muito mais complexas e perfeitas entre seus componentes do que a máquina. Esse novo termo era terapia holística.
Holismo, no Aurélio, é a “Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente”. Ainda, segundo a Filosofia, uma “Tendência, que se supõe seja própria do Universo, a sintetizar unidades em totalidades organizadas”.
Tudo isto quer dizer, afinal, que somos um organismo vivo: não podemos explicar nossas doenças ou problemas de maneira “localizada” – quando o fígado está intoxicado, por exemplo, adoece o estômago, o intestino, o cérebro e o humor da pessoa. Não podemos apenas tratar o mau humor da pessoa, ou o estômago, ou a confusão mental, sem conhecer a causa, que neste caso seria excesso de produtos químicos da indústria alimentícia e de agrotóxicos sobrecarregando o fígado. Temos de tratar o todo, porque nossa visão da doença e da saúde tem de ser dentro de um todo físico-psíquico-espiritual. Isto é Holismo: não isolar uma parte e tratá-la como se não estivesse inter-relacionada com diversas outras.
Da mesma maneira, não existe um problema puramente espiritual, nem puramente psíquico. existe uma fabulosa e belíssima interligação dos fatos orgânicos, emocionais e mentais no ser humano, de modo que um pensar holístico exige muito mais do que alguns cursos na área de Terapias Alternativas. Exige uma compreensão holística do Universo e do ser humano, o que implica uma formação filosófica.
Portanto, caro leitor, terapeuta holístico é o maior título que se pode ter, atualmente, na área da saúde como um todo, porque envolve grande conhecimento, grande discernimento, grande capacidade de percepção e síntese, além de grande responsabilidade e senso ético – sendo que cada um destes temas daria um novo artigo.
Entretanto vivemos no mundo. No mundão, para sermos mais exatos. No mundão significa: onde ocorrem as distorções das idéias originais, onde ocorrem os julgamentos apressados ou fundados em idéias parciais, onde nem sempre existe senso ético e onde o mundo das aparências, da propaganda e das palavras impera, sem que se exijam provas de sua veracidade e autenticidade.
Assim, há terapeutas holísticos e terapeutas holísticos, do mesmo modo como há médicos e médicos, advogados e advogados, professores e professores. Ou seja, se há os advogados de porta de xadrez, se há os médicos carniceiros, se há os professores puramente técnicos, sem nenhuma cultura ou formação filosófica, por que não haveria por aí os que se autodenominam terapeutas holísticos, não tendo, entretanto, nem parcela razoável de cultura, ética, informação científica (porque hoje em dia o terapeuta holístico jamais ignora a importância da Ciência e estuda muito mesmo!)? Pior, às vezes, confundindo sua doença emocional ou sua maluquice com as “filosofias alternativas”, causando sérios danos à sociedade!?! Por que não haveria isto, se isto ocorre em todas as profissões humanas?
Cuidado, caro leitor, com as aparências, com os títulos, com as notícias de jornal, com as conversas amalucadas dos pseudo-terapeutas holísticos, tipo “estou vendo a sua aura e você é um ser especial, da constelação de (tal)!”. Cuidado, porque velas, incenso, fala mansa, imagens de fadas não dão a ninguém a garantia de que uma pessoa seja um terapeuta holístico! Pior, esses sujeitos podem desviar uma pessoa de seu caminho saudável, produtivo e evolutivo, já que quem recebe seus cuidados nem sempre dispõe de informações suficientes para distinguir um profissional de outro.
Terapeuta Holístico é coisa muito séria e muito bela, responsável por boa parte da evolução que se está processando na Terra.
Honre-se a verdade!
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
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::: Elizabeth Muniz
sexta-feira, 30 de março de 2007
Ativando o Código da Compaixão
Uma mensagem da Mãe Divina canalizada por Sol'Ara An, 30 de março de 2007
http://spiritlibrary.com/sol-ara-an/activating-the-code-of-compassion
Ativar o código da compaixão na humanidade não é um trabalho pequeno! E não estamos falando da crença de que ela pode mudar o mundo, mas que toda tentativa de alinhar os Seres Humanos com suas próprias divindades é útil. Venho para lhes oferecer as respostas que procuram, queridos; sabemos que são muitas. Nos seus dias de Agora, muitas mudanças estão sendo preparadas e chegando rapidamente. Muitos acreditam que "alguém lá fora" criou estas mudanças, mas lhes dizemos que isto não é verdade. Sinceramente, aqueles que criaram esta transição de energias são vocês mesmos. Falamos muitas vezes sobre esta verdade: que os seres humanos são os criadores de suas próprias vidas. Não existem acontecimentos acidentais; eles são pensamentos e emoções concentradas que se manifestam diante de vocês.
Como uma consciência grupal, vocês concordaram com as mudanças que estão ocorrendo agora. Talvez tivessem desejado um despertar mais suave, no entanto ele é necessário para a consciência grupal inteira. O código da compaixão é apenas um dos códigos que os seres humanos carregam em suas células, nos seus DNA. Vocês podem considerá-los como uma espécie de mensageiro da esperança. Dentro das células e do DNA do veículo humano, existem códigos esperando para ser ativados, dependendo do propósito da alma do indivíduo.
Nosso propósito hoje é oferecer a dádiva da ativação do código da compaixão para aqueles que estão prontos para recebê-lo. Acredito que é verdadeiramente óbvio que a compaixão, em sua totalidade, é necessária na Terra hoje. Se você conseguisse despertar seu código interno de compaixão e permitir que o Espírito Santo – as energias femininas – o ativasse em você, seu caminho de luz seria realmente muito mais suave! Neste dia despertamos as nutridoras energias maternas.
Muitos dos filhos de Luz da nossa Terra escolheram um momento para ativar e despertar esta verdade: que eles são almas na forma de corpos humanos. É verdade que esse momento chegou, mas sempre lhes é dado o poder de escolher. E aqueles que ressoam com esta verdade são facilmente ativados quando acreditam nisto e permitem que seus corações se abram. Pode-se dizer que este é um pré-requisito da ativação do código da compaixão.
Portanto, falaremos sobre esta questão do coração aberto. Está claro que houve muitas experiências que fizeram com que a dor e o ressentimento se instalassem no coração da humanidade. Estes ressentimentos criaram muros, e estes muros bloqueiam o coração, impedindo-o de brilhar verdadeiramente durante a experiência humana. Se o coração não estiver envolvido na força da vida de um indivíduo, não pode haver nenhuma compaixão nem amor. Muitos procuram o amor em todos à sua volta, e muitos permanecem carentes. Talvez o verdadeiro propósito seja descobrir que o amor não reside fora de vocês, mas dentro de seus próprios corações. Em muitos escritos antigos e atuais falou-se sobre a energia que vocês chamam de amor, no entanto ela é uma coisa que a humanidade continua a procurar. Esta busca afasta-os do conhecimento do verdadeiro Amor.
Nossa compaixão por nossos filhos de Luz na Terra nos traz aqui, neste dia, para lhes oferecer um jeito de pensar em mudar esta busca e permitir que as energias da compaixão divina abram o caminho para a manifestação do amor divino em vocês! Que milagres de amor poderiam acontecer, se nossos filhos acolhessem totalmente esta verdade! Por que o Criador haveria de deixá-los sem este amor? As respostas que vocês procuram, queridos, estão nesta pergunta. Acho que os corações mais puros sabem muita coisa sobre este código, no entanto muitas vezes eles se fecham quando falam disto antes. O que há nos corações da humanidade que os faz pegar estas crianças puras e lhes dar uma educação que as leva a fechar seus espíritos e a encurralá-los como gados?! O que existe no coração da humanidade? Isto não é amor e isto não está nos corações verdadeiros da humanidade.
O medo não é o caminho para o amor. Acho que isto já está bem claro para vocês. E assim mesmo continuam apegados a ele, esperando atravessar o rio do medo para chegar ao outro lado, na esperança de encontrar a segurança do amor aguardando por vocês ali. Se realmente olhassem para aquilo em que acreditam e o comparassem com aquilo que pensam, enxergariam a dicotomia! Quando pensam em medo – no medo de não ser suficientemente bom ou de não ter suficiente dinheiro ou amor ou qualquer coisa que acreditem que lhes dará segurança – este foco contínuo é o que vocês acabam manifestando!
E realmente o mundo à sua volta prova que o medo está mais forte a cada dia! É só olhar para a sua mídia, para os seus jornais! Então, como vocês podem mudar isto internamente, se estão sendo metralhados com tanto medo? Vocês têm o poder de escolher, queridos filhos! Cada um de vocês pode escolher prestar atenção e focalizar o que se passa do lado de fora si mesmo, ou voltar-se para o seu próprio interior, onde sua paz, amor e compaixão residem! Eu o chamo para dentro, meu filho de Luz! Ninguém é deixado de fora! Mas você tem livre arbítrio e eu nunca desrespeitarei sua escolha. Estou aqui, esperando pela sua volta. Ao conversarmos internamente, seu coração derrubará os muros, e chegará o dia em que você brilhará como o Sol, através do seu coração e de tudo que você é! Sua beleza e sua luz divina desabrocharão e todos conhecerão o Amor!
Aqui está nossa oferenda, nosso serviço para a humanidade: a ativação do código da compaixão! Quando você estiver realmente livre da bagagem do passado, e caminhar no templo do coração, nos encontrará esperando para ativar este código no seu interior. Quando chegar à verdade de que a segurança que você procura está dentro de si, e ao conhecimento de que você é uma alma, que existe para sempre, onde não existe espaço nem tempo – perceberá que esta é sua graça salvadora!
Esperamos por você no templo do coração, prontos para ativar seu código da compaixão. Nosso canal conhece bem este processo, e outros criarão o processo a partir dos seus próprios corações para aqueles que estiverem em sintonia com o serviço deles. Cada trabalhador da Luz receberá do Criador as ativações necessárias para fazerem o trabalho que é necessário agora. Esta é uma modalidade oferecida por este canal. Caminhe para dentro do templo do seu coração e conheça seu direito divino inato!
Abrimos a porta para todos os trabalhadores da Luz entrarem e receberem estas ativações e, neste dia, conhecerem a verdade do seu ser. Se você sentiu o impulso de ajudar a humanidade, e esta vontade vem cutucando-o há muito tempo, talvez sinta que não é merecedor. Estou aqui para lhe dizer que esta forma-pensamento de não merecimento é uma mentira. Todo mundo é merecedor! Todas as pessoas nesta Terra são uma Alma, uma criação das células do Criador! Acredite na sua alma, no seu merecimento e no seu direito inato de criar com compaixão! Liberte o medo e conheça a verdade do seu ser.
Eu proclamo aos Trabalhadores da Luz da Terra: Saibam que este é o momento, o momento para o qual vocês nasceram. Nós os honramos e lhes agradecemos de coração por tudo que fizeram! Se pudessem ver as luzes brilhantes que são, suas dúvidas não entrariam mais pelas suas portas.
Eu Sou a Mãe Divina, a face feminina de Deus. Saibam que vocês são amados, e saibam que estou sempre dentro de vocês!
********
Universal Copyright 2007 autorizado.
Por favor distribua esta canalização gratuitamente, sem comercializá-la de nenhuma forma, e inclua a fonte http://www.solara-an.com
Traduzido por Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br
http://spiritlibrary.com/sol-ara-an/activating-the-code-of-compassion
Ativar o código da compaixão na humanidade não é um trabalho pequeno! E não estamos falando da crença de que ela pode mudar o mundo, mas que toda tentativa de alinhar os Seres Humanos com suas próprias divindades é útil. Venho para lhes oferecer as respostas que procuram, queridos; sabemos que são muitas. Nos seus dias de Agora, muitas mudanças estão sendo preparadas e chegando rapidamente. Muitos acreditam que "alguém lá fora" criou estas mudanças, mas lhes dizemos que isto não é verdade. Sinceramente, aqueles que criaram esta transição de energias são vocês mesmos. Falamos muitas vezes sobre esta verdade: que os seres humanos são os criadores de suas próprias vidas. Não existem acontecimentos acidentais; eles são pensamentos e emoções concentradas que se manifestam diante de vocês.
Como uma consciência grupal, vocês concordaram com as mudanças que estão ocorrendo agora. Talvez tivessem desejado um despertar mais suave, no entanto ele é necessário para a consciência grupal inteira. O código da compaixão é apenas um dos códigos que os seres humanos carregam em suas células, nos seus DNA. Vocês podem considerá-los como uma espécie de mensageiro da esperança. Dentro das células e do DNA do veículo humano, existem códigos esperando para ser ativados, dependendo do propósito da alma do indivíduo.
Nosso propósito hoje é oferecer a dádiva da ativação do código da compaixão para aqueles que estão prontos para recebê-lo. Acredito que é verdadeiramente óbvio que a compaixão, em sua totalidade, é necessária na Terra hoje. Se você conseguisse despertar seu código interno de compaixão e permitir que o Espírito Santo – as energias femininas – o ativasse em você, seu caminho de luz seria realmente muito mais suave! Neste dia despertamos as nutridoras energias maternas.
Muitos dos filhos de Luz da nossa Terra escolheram um momento para ativar e despertar esta verdade: que eles são almas na forma de corpos humanos. É verdade que esse momento chegou, mas sempre lhes é dado o poder de escolher. E aqueles que ressoam com esta verdade são facilmente ativados quando acreditam nisto e permitem que seus corações se abram. Pode-se dizer que este é um pré-requisito da ativação do código da compaixão.
Portanto, falaremos sobre esta questão do coração aberto. Está claro que houve muitas experiências que fizeram com que a dor e o ressentimento se instalassem no coração da humanidade. Estes ressentimentos criaram muros, e estes muros bloqueiam o coração, impedindo-o de brilhar verdadeiramente durante a experiência humana. Se o coração não estiver envolvido na força da vida de um indivíduo, não pode haver nenhuma compaixão nem amor. Muitos procuram o amor em todos à sua volta, e muitos permanecem carentes. Talvez o verdadeiro propósito seja descobrir que o amor não reside fora de vocês, mas dentro de seus próprios corações. Em muitos escritos antigos e atuais falou-se sobre a energia que vocês chamam de amor, no entanto ela é uma coisa que a humanidade continua a procurar. Esta busca afasta-os do conhecimento do verdadeiro Amor.
Nossa compaixão por nossos filhos de Luz na Terra nos traz aqui, neste dia, para lhes oferecer um jeito de pensar em mudar esta busca e permitir que as energias da compaixão divina abram o caminho para a manifestação do amor divino em vocês! Que milagres de amor poderiam acontecer, se nossos filhos acolhessem totalmente esta verdade! Por que o Criador haveria de deixá-los sem este amor? As respostas que vocês procuram, queridos, estão nesta pergunta. Acho que os corações mais puros sabem muita coisa sobre este código, no entanto muitas vezes eles se fecham quando falam disto antes. O que há nos corações da humanidade que os faz pegar estas crianças puras e lhes dar uma educação que as leva a fechar seus espíritos e a encurralá-los como gados?! O que existe no coração da humanidade? Isto não é amor e isto não está nos corações verdadeiros da humanidade.
O medo não é o caminho para o amor. Acho que isto já está bem claro para vocês. E assim mesmo continuam apegados a ele, esperando atravessar o rio do medo para chegar ao outro lado, na esperança de encontrar a segurança do amor aguardando por vocês ali. Se realmente olhassem para aquilo em que acreditam e o comparassem com aquilo que pensam, enxergariam a dicotomia! Quando pensam em medo – no medo de não ser suficientemente bom ou de não ter suficiente dinheiro ou amor ou qualquer coisa que acreditem que lhes dará segurança – este foco contínuo é o que vocês acabam manifestando!
E realmente o mundo à sua volta prova que o medo está mais forte a cada dia! É só olhar para a sua mídia, para os seus jornais! Então, como vocês podem mudar isto internamente, se estão sendo metralhados com tanto medo? Vocês têm o poder de escolher, queridos filhos! Cada um de vocês pode escolher prestar atenção e focalizar o que se passa do lado de fora si mesmo, ou voltar-se para o seu próprio interior, onde sua paz, amor e compaixão residem! Eu o chamo para dentro, meu filho de Luz! Ninguém é deixado de fora! Mas você tem livre arbítrio e eu nunca desrespeitarei sua escolha. Estou aqui, esperando pela sua volta. Ao conversarmos internamente, seu coração derrubará os muros, e chegará o dia em que você brilhará como o Sol, através do seu coração e de tudo que você é! Sua beleza e sua luz divina desabrocharão e todos conhecerão o Amor!
Aqui está nossa oferenda, nosso serviço para a humanidade: a ativação do código da compaixão! Quando você estiver realmente livre da bagagem do passado, e caminhar no templo do coração, nos encontrará esperando para ativar este código no seu interior. Quando chegar à verdade de que a segurança que você procura está dentro de si, e ao conhecimento de que você é uma alma, que existe para sempre, onde não existe espaço nem tempo – perceberá que esta é sua graça salvadora!
Esperamos por você no templo do coração, prontos para ativar seu código da compaixão. Nosso canal conhece bem este processo, e outros criarão o processo a partir dos seus próprios corações para aqueles que estiverem em sintonia com o serviço deles. Cada trabalhador da Luz receberá do Criador as ativações necessárias para fazerem o trabalho que é necessário agora. Esta é uma modalidade oferecida por este canal. Caminhe para dentro do templo do seu coração e conheça seu direito divino inato!
Abrimos a porta para todos os trabalhadores da Luz entrarem e receberem estas ativações e, neste dia, conhecerem a verdade do seu ser. Se você sentiu o impulso de ajudar a humanidade, e esta vontade vem cutucando-o há muito tempo, talvez sinta que não é merecedor. Estou aqui para lhe dizer que esta forma-pensamento de não merecimento é uma mentira. Todo mundo é merecedor! Todas as pessoas nesta Terra são uma Alma, uma criação das células do Criador! Acredite na sua alma, no seu merecimento e no seu direito inato de criar com compaixão! Liberte o medo e conheça a verdade do seu ser.
Eu proclamo aos Trabalhadores da Luz da Terra: Saibam que este é o momento, o momento para o qual vocês nasceram. Nós os honramos e lhes agradecemos de coração por tudo que fizeram! Se pudessem ver as luzes brilhantes que são, suas dúvidas não entrariam mais pelas suas portas.
Eu Sou a Mãe Divina, a face feminina de Deus. Saibam que vocês são amados, e saibam que estou sempre dentro de vocês!
********
Universal Copyright 2007 autorizado.
Por favor distribua esta canalização gratuitamente, sem comercializá-la de nenhuma forma, e inclua a fonte http://www.solara-an.com
Traduzido por Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br
Categoria
* MÃE MARIA
sábado, 3 de março de 2007
Labirinto uma experiência para transformar a consciência
Por Carmen Balhestero
Os Labirintos podem ser encontrados em quase todas as tradições religiosas ao redor do mundo. No Oriente, as pinturas em areia são mandalas criadas pelos Tibetanos através de um estado meditativo. Mesmo sem andar sobre as mandalas do Oriente, elas também mantém a experiência da transformação dentro delas, como os Labirintos.
Os Labirintos oferecem apenas um caminho a ser trilhado. São ferramentas que estimulam a Meditação. Utilizando o Caminho que leva até o centro, o buscador pode aquietar sua mente e encontrar a paz e a iluminação no centro do seu próprio ser. Conforme você entra no Labirinto, você percebe que ele é uma metáfora para a sua jornada espiritual. O percurso é intuitivo. O Labirinto reflete ao buscador aquilo que ele precisa descobrir na perspectiva de um novo nível de consciência.
Quando você anda sobre uma réplica do Labirinto, você redescobre uma tradição mística esquecida que insiste em renascer. O caminho se abre completamente e se torna um espelho de onde cada um está em sua vida, tocando tristezas e liberando alegrias.
Qualquer pessoa em qualquer tradição ou caminho espiritual irá se beneficiar com esta experiência que reflete o momento presente. Quando você dá o primeiro passo no Labirinto, você está escolhendo mais uma vez o seu próprio caminho espiritual. Historicamente, o Labirinto foi utilizado por peregrinos e ordens religiosas. Hoje, está se tornando cada vez mais popular atraindo um número cada vez maior de buscadores espirituais. A imagem do Labirinto mantém a experiência da Totalidade e é universalmente reconhecida como um símbolo de Unidade.
A Fraternidade PAX Universal, obteve permissão da Catedral de São Francisco para ter o Labirinto em sua sede na América do Sul, facilitando assim o caminho dos que buscam a própria espiritualidade.
O Labirinto foi concebido em forma de tapete com 5 metros de diâmetro, igual ao da Catedral de São Francisco na Califórnia nas cores violeta, a cor que simboliza a transmutação da negatividade e branco, que simboliza a União e a Paz.
O Labirinto nos ajuda a encontrar o ritmo natural de nosso passo e chama nossa atenção para ele enquanto o reverenciamos como ferramenta de auto-conhecimento.
Fraternidade PAX Universal - www.pax.org.br
E-mail: carmen@carmenbalhestero.com.br
Os Labirintos oferecem apenas um caminho a ser trilhado. São ferramentas que estimulam a Meditação. Utilizando o Caminho que leva até o centro, o buscador pode aquietar sua mente e encontrar a paz e a iluminação no centro do seu próprio ser. Conforme você entra no Labirinto, você percebe que ele é uma metáfora para a sua jornada espiritual. O percurso é intuitivo. O Labirinto reflete ao buscador aquilo que ele precisa descobrir na perspectiva de um novo nível de consciência.
Quando você anda sobre uma réplica do Labirinto, você redescobre uma tradição mística esquecida que insiste em renascer. O caminho se abre completamente e se torna um espelho de onde cada um está em sua vida, tocando tristezas e liberando alegrias.
Qualquer pessoa em qualquer tradição ou caminho espiritual irá se beneficiar com esta experiência que reflete o momento presente. Quando você dá o primeiro passo no Labirinto, você está escolhendo mais uma vez o seu próprio caminho espiritual. Historicamente, o Labirinto foi utilizado por peregrinos e ordens religiosas. Hoje, está se tornando cada vez mais popular atraindo um número cada vez maior de buscadores espirituais. A imagem do Labirinto mantém a experiência da Totalidade e é universalmente reconhecida como um símbolo de Unidade.
A Fraternidade PAX Universal, obteve permissão da Catedral de São Francisco para ter o Labirinto em sua sede na América do Sul, facilitando assim o caminho dos que buscam a própria espiritualidade.
O Labirinto foi concebido em forma de tapete com 5 metros de diâmetro, igual ao da Catedral de São Francisco na Califórnia nas cores violeta, a cor que simboliza a transmutação da negatividade e branco, que simboliza a União e a Paz.
O Labirinto nos ajuda a encontrar o ritmo natural de nosso passo e chama nossa atenção para ele enquanto o reverenciamos como ferramenta de auto-conhecimento.
Fraternidade PAX Universal - www.pax.org.br
E-mail: carmen@carmenbalhestero.com.br
Categoria
* MENSAGENS DA PAX
sábado, 3 de fevereiro de 2007
A prosperidade financeira
Por Guru Sangat Kaur
Uma das perguntas mais freqüentes nas consultas de numerologia é a respeito da prosperidade financeira.
É preciso, antes de mais nada, esclarecer que Prosperidade não é só dinheiro, mas que ela engloba todas as outras áreas de nossa vida: Saúde, Relacionamentos, Trabalho, Auto-Conhecimento, etc.
A Numerologia Tântrica trabalha com o estudo de 10 números que se relacionam com os 10 corpos de energias internos. A medida que adquirimos auto-conhecimento e aprendemos e evoluímos dentro deles, alcançamos a 11ª posição, que é a perfeição ou a totalidade.
Dentre essas 10 energias, o corpo 8, o corpo prânico, é o que mais se relaciona com a prosperidade. Ele traz também o dom de ser destemido e audacioso, a habilidade de cura, é sua predominância, cura em todas as áreas.
O Número 8 dá-nos também de uma forma inata o domínio do mundo material permitindo que saibamos gerar riqueza em nossa vida.
No plano espiritual sua conexão com o Infinito faz sentir-se Ilimitado, Pleno, Satisfeito e Completo.
O corpo 8 está relacionado com a respiração, por isso aprenda a respirar corretamente, mudando sua energia e melhorando o seu corpo 8 para que você possa se conectar com a abundância do infinito.
Sat Nam!
Guru Sangat Kaur (Márcia), é numeróloga e professora de Yoga.
E-mail: terapeutamarcia@hotmail.com
Uma das perguntas mais freqüentes nas consultas de numerologia é a respeito da prosperidade financeira.
É preciso, antes de mais nada, esclarecer que Prosperidade não é só dinheiro, mas que ela engloba todas as outras áreas de nossa vida: Saúde, Relacionamentos, Trabalho, Auto-Conhecimento, etc.
A Numerologia Tântrica trabalha com o estudo de 10 números que se relacionam com os 10 corpos de energias internos. A medida que adquirimos auto-conhecimento e aprendemos e evoluímos dentro deles, alcançamos a 11ª posição, que é a perfeição ou a totalidade.
Dentre essas 10 energias, o corpo 8, o corpo prânico, é o que mais se relaciona com a prosperidade. Ele traz também o dom de ser destemido e audacioso, a habilidade de cura, é sua predominância, cura em todas as áreas.
O Número 8 dá-nos também de uma forma inata o domínio do mundo material permitindo que saibamos gerar riqueza em nossa vida.
No plano espiritual sua conexão com o Infinito faz sentir-se Ilimitado, Pleno, Satisfeito e Completo.
O corpo 8 está relacionado com a respiração, por isso aprenda a respirar corretamente, mudando sua energia e melhorando o seu corpo 8 para que você possa se conectar com a abundância do infinito.
Sat Nam!
Guru Sangat Kaur (Márcia), é numeróloga e professora de Yoga.
E-mail: terapeutamarcia@hotmail.com
Categoria
::: Guru Sangat Kaur - Márcia
A saúde real, não a ilusória
Paulo Mattos
Na atualidade em que vivemos, uma das maiores preocupações que inquieta o ser humano é justamente a saúde. É este mesmo ser humano que corre de lá para cá, ansiosamente, na tentativa de acompanhar o movimento social, as novas tendências e modas, buscando, num ato automatizado, conquistar mais fartura para sua conta bancária ou, então, tentando sobreviver, desesperadamente, nesse “mundo cão”.
Diante disso, como poderemos ter esta tal saúde se, sequer paramos para pensar e refletir mais cuidadosamente no que realmente significa isto? Ou seja, como alguém pode desejar e conseguir ter algo, se este algo nem mesmo é conhecido por este alguém? Talvez seja por isso mesmo que a saúde ainda é uma das mais inquietantes preocupações que amedronta a nossa mente agitada.
Se ainda não se sabe o que vem a ser a saúde, então nada mais prudente que avaliarmos melhor como a conceituamos atualmente e, assim, quem sabe, podemos comparar as nossas concepções com as de alguns homens e mulheres notáveis que levantaram um pouquinho mais a “ponta do véu”. O grego Hipócrates, também apelidado de “pai da medicina”, entendia a saúde como um estado de perfeita harmonia do homem com a Natureza, pois que o homem necessitaria dela para viver. Harmonia seria, então, uma palavra chave nesse processo. E isso pressupõe um estado de bom funcionamento mental, emocional e orgânico, concomitantemente, ao bom estado do ambiente natural e a interação entre esses diversos fatores.
Logo, podemos concluir que o modo como lidamos com o ambiente natural, a forma como pensamos, a qualidade do que sentimos e do que comemos e a maneira como levamos a vida são as coisas para as quais mais precisamos direcionar nossa atenção, se assim desejarmos ser saudáveis. A saúde, como disse Dr. Aléxis Carrel (1873 – 1944) “é muito mais que a ausência de doença” e, por isso mesmo, para se estar saudável não basta um corpo sem “problemas”, mas sim, uma alma disposta a ser cada dia melhor e mais consciente do seu papel no mundo.
***
Paulo Mattos, é terapeuta, graduando em Naturologia Aplicada pela UNISUL, orador e escritor.
Reside em Florianópolis/SC.
E-mail: pgmattos@yahoo.com.br
Na atualidade em que vivemos, uma das maiores preocupações que inquieta o ser humano é justamente a saúde. É este mesmo ser humano que corre de lá para cá, ansiosamente, na tentativa de acompanhar o movimento social, as novas tendências e modas, buscando, num ato automatizado, conquistar mais fartura para sua conta bancária ou, então, tentando sobreviver, desesperadamente, nesse “mundo cão”.
Diante disso, como poderemos ter esta tal saúde se, sequer paramos para pensar e refletir mais cuidadosamente no que realmente significa isto? Ou seja, como alguém pode desejar e conseguir ter algo, se este algo nem mesmo é conhecido por este alguém? Talvez seja por isso mesmo que a saúde ainda é uma das mais inquietantes preocupações que amedronta a nossa mente agitada.
Se ainda não se sabe o que vem a ser a saúde, então nada mais prudente que avaliarmos melhor como a conceituamos atualmente e, assim, quem sabe, podemos comparar as nossas concepções com as de alguns homens e mulheres notáveis que levantaram um pouquinho mais a “ponta do véu”. O grego Hipócrates, também apelidado de “pai da medicina”, entendia a saúde como um estado de perfeita harmonia do homem com a Natureza, pois que o homem necessitaria dela para viver. Harmonia seria, então, uma palavra chave nesse processo. E isso pressupõe um estado de bom funcionamento mental, emocional e orgânico, concomitantemente, ao bom estado do ambiente natural e a interação entre esses diversos fatores.
Logo, podemos concluir que o modo como lidamos com o ambiente natural, a forma como pensamos, a qualidade do que sentimos e do que comemos e a maneira como levamos a vida são as coisas para as quais mais precisamos direcionar nossa atenção, se assim desejarmos ser saudáveis. A saúde, como disse Dr. Aléxis Carrel (1873 – 1944) “é muito mais que a ausência de doença” e, por isso mesmo, para se estar saudável não basta um corpo sem “problemas”, mas sim, uma alma disposta a ser cada dia melhor e mais consciente do seu papel no mundo.
***
Paulo Mattos, é terapeuta, graduando em Naturologia Aplicada pela UNISUL, orador e escritor.
Reside em Florianópolis/SC.
E-mail: pgmattos@yahoo.com.br
Categoria
::: Paulo Mattos
O "tal" do destino existe?
Elizabeth Muniz
Normalmente o “destino” é interpretado como uma série de acontecimentos positivos ou negativos que teriam fatalmente de acontecer, independente da vontade das pessoas, desde o início da vida até o momento da morte. Esses acontecimentos estariam “escritos” no “GRANDE LIVRO DE DEUS” e ninguém poderia modificar ou evitar esse curso. Inclusive a morte teria data marcada, conforme comprova o dito popular: “Ninguém morre antes da hora...”
Para afirmarmos se existe ou não, faz-se necessário explicar que o destino pode ser TECIDO de dois modos diferentes: com malhas grossas e malhas finas.
As malhas grossas do destino são fatos realmente inevitáveis e irreversíveis, como, por exemplo, termo nascido no planeta Terra, termos os nossos pais e não outros, sermos negros ou brancos, termos nascido se mãos ou com Síndrome de Down (mongolismo) e assim por diante.
As malhas finas do destino, no entanto, PODEM e DEVEM SER MODIFICADAS, porque viemos à Terra para alcançar progressos espirituais e, com eles, afastar a negatividade de nossas vidas. Assim, se, por exemplo, nascemos pobres; com tendência a depressão; com tendência a agressividade; se apresentamos dificuldades repetidas nos relacionamentos; se atraímos dificuldades econômicas, traição, isolamento e assim por diante, então devemos trabalhar nossos sentimentos e pensamentos para alcançar uma vida melhor.
Portanto, destino existe, sim. O das malhas grossas não pode ser modificado através da nossa vontade. Devemos aceita-lo, apenas, prestando menos atenção a ele e mais ao das malhas finas, que podem e devem ser modificadas para melhor, através da nossa própria vontade e esforço, em direção a uma vibração energética mais correta e elevada de sentimento e de pensamento – porque é para isso que viemos à Terra.
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
Normalmente o “destino” é interpretado como uma série de acontecimentos positivos ou negativos que teriam fatalmente de acontecer, independente da vontade das pessoas, desde o início da vida até o momento da morte. Esses acontecimentos estariam “escritos” no “GRANDE LIVRO DE DEUS” e ninguém poderia modificar ou evitar esse curso. Inclusive a morte teria data marcada, conforme comprova o dito popular: “Ninguém morre antes da hora...”
Para afirmarmos se existe ou não, faz-se necessário explicar que o destino pode ser TECIDO de dois modos diferentes: com malhas grossas e malhas finas.
As malhas grossas do destino são fatos realmente inevitáveis e irreversíveis, como, por exemplo, termo nascido no planeta Terra, termos os nossos pais e não outros, sermos negros ou brancos, termos nascido se mãos ou com Síndrome de Down (mongolismo) e assim por diante.
As malhas finas do destino, no entanto, PODEM e DEVEM SER MODIFICADAS, porque viemos à Terra para alcançar progressos espirituais e, com eles, afastar a negatividade de nossas vidas. Assim, se, por exemplo, nascemos pobres; com tendência a depressão; com tendência a agressividade; se apresentamos dificuldades repetidas nos relacionamentos; se atraímos dificuldades econômicas, traição, isolamento e assim por diante, então devemos trabalhar nossos sentimentos e pensamentos para alcançar uma vida melhor.
Portanto, destino existe, sim. O das malhas grossas não pode ser modificado através da nossa vontade. Devemos aceita-lo, apenas, prestando menos atenção a ele e mais ao das malhas finas, que podem e devem ser modificadas para melhor, através da nossa própria vontade e esforço, em direção a uma vibração energética mais correta e elevada de sentimento e de pensamento – porque é para isso que viemos à Terra.
***
Elizabeth Muniz, é Terapeuta Cármica, Vibracional e Astróloga.
E-mail: mestrakwanyin@hotmail.com
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::: Elizabeth Muniz
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