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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Prosperar

Por Cecília Varejão

"Desejo prosperar para que eu possa ajudar a outros prosperarem."

"Quanto mais eu tenho, mais condições terei para ajudar os outros a terem também."

"Quanto mais economizo, mais me sacrifico e tiro a oportunidade de outros."

"A economia que me escraviza e me mal trata não é positiva."

"A economia deve ser consciente."

"A consciência ambiental gera a economia."

Preciso saber quais são minhas necessidades básicas e o que é conforto para mim.

Quais são meus objetivos a alcançar com qualidade de vida.

Até quanto de bens preciso ter para manter com honestidade meus ideais e propósitos de vida?

Onde esta o limite entre o necessário e o exagero?

O que priorizo na vida?

O que não gosto e estou ainda fazendo, ou vivendo?

O que é comum eu falar, costumo reclamar, ou elogiar e agradecer?

Tudo que mais dou atenção será aquilo que mais terei.

"A boca fala do que o coração esta cheio, e o universo conspira a este favor."

Vivemos escutando falar sobre a necessidade de se economizar por que o dinheiro esta curto no final do mês.

Será que sabemos qual é o sentido da economia?

Esta palavra parece que já tem um pesar embutido nela. É chato "ter que" economizar, parece dar mais satisfação ao gastar.

Será que o enfoque não precisa ser renovado?

Hoje a economia é necessária para salvar o planeta, também.

Viemos de uma cultura pesada do pós guerra, tendo que economizar por causa da escassez que nossos ancestrais sofreram.

Esta palavra adquiriu um peso em conseqüência disso.

Hoje quando assistimos o filme O Segredo, parece que ele ajuda a mudar este enfoque.

Devemos ter clareza e re-objetivar a vida, traçar metas, alcançar alvos mais bem elaborados e simples para serem alcançados um de cada vez.

O planejamento é o maior responsável para o sucesso pessoal e profissional.

Porque hoje vemos tanta pobreza e desigualdade social. Toda organização precisa de metas, empenho, boa vontade, determinação, consciência ampla para dar certo. Seja uma organização negativa que prejudica os outros ou positiva que ajuda a todos, ela sendo uma organização terá grandes chances de dar certo.

Escrever num papel tudo que não quer, e em outro tudo que mais deseja, pode ser o inicio de um planejamento para uma vida melhor.

Enfoque sua mente e re-objetive seu olhar para o que deseja. Tenha paciência consigo e com os resultados. O tempo para a maturação de cada passo é importante para seu sucesso.

Observe-se falando e pensando para saber no que enfoca. Quanto mais consciência sobre seus desejos mais rápido alcançara o sucesso.

O movimento da vida é holístico, tudo esta em tudo. Quanto mais me conheço, melhor saberei o que quero e como farei para chegar lá, seja do lado pessoal, espiritual,ou material.

Assim, sabendo dos meus caminhos posso atrair ajuda de vários lados e entro em um movimento continuo que leva ao topo das minhas realizações.

"A união faz a força."

Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

A difícil arte de lidar com as perdas

Por Cecília Varejão

Quando falamos em perdas, podemos imaginar perda por “n” motivos. Hoje, vamos refletir sobre perdas afetivas por morte.

Toda forma de lidar com ela varia conforme a pessoa, não existe um programa pré-estabelecido. As reações são individuais podendo durar muito ou pouco tempo. Várias reações podem surgir desde um choque inicial, altos e baixos emocionais, descrença, negação, culpa e raiva.

Quando a perda foi muito significativa às reações podem ser mais fortes como um grande desânimo, mudanças de humor, falta de sono, indisposição, esquecimento, falta ou excesso de apetite, ressentimentos com a vida ou entes queridos.

Neste momento de dor e sofrimento evite tomar decisões importantes. Algumas pessoas quando sofrem grandes perdas tomam atitudes radicais em relação à vida, ao trabalho e a casa onde moram. Pense bem se estas mudanças o farão bem.

Conte com a ajuda de pessoas queridas, amigos que talvez tenham passado por isto também, ou profissionais da área. Seja paciente com as suas próprias reações e seu tempo de recuperação, as perdas abrem feridas que podem demorar para cicatrizarem. Seja paciente com os outros também. Neste momento seu ritmo de vida ainda não está equilibrado e assim pode se achar incomodado com o ritmo do outro.

Algumas pessoas não sabem o que dizer para consolar, compreenda que é difícil para elas lidarem com sua dor. Reflita sobre seus valores internos e externos, faça uma revisão de si mesmo. Quando sair dessa situação, sairá bem melhor e as lembranças do ente querido poderão vir com mais leveza. Opte por um ritmo de vida mais agradável. Saindo de casa, aos poucos, poderá cumprir sua rotina de trabalho e cuidar de suas responsabilidades.Busque algumas horas tranqüilas do dia em que possa chorar, desabafar, se esvaziar. Desta forma será possível perceber o que está mais profundo em si mesmo.

Respeite seu ritmo. Algumas pessoas neste período não gostam de ver fotos ou objetos do ente querido. Não há problemas, isso não quer dizer que goste menos dele. Não tenha medo do luto terminar, não é prova de desamor, é sinal de equilíbrio interior.

Tente ficar tranqüilo, perceba suas reações, conscientize-se delas, assim, irá em direção ao seu equilíbrio de forma natural e suave.

Lembre-se: falar sobre a perda ajuda muito em sua cura.

***
Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com

sábado, 2 de junho de 2007

As nossas sombras

Por Cecília Varejão

Quantos momentos de nossas vidas batemos de frente com nossas sombras? Mesmo quando batemos de frente na maioria das vezes não queremos olhá-la ou não assumimos que ela existe.

É importante sabermos que temos sombras e quando elas vem a tona é hora de refletir. Quando a sombra deve ser olhada?

Quando repetimos atitudes impensadas que não dão certo e que nós mesmos não damos conta da repetição, a sombra atua livremente sem nos conscientizarmos dela.

É necessário rever frases prontas e atitudes impensadas.

Mudamos quando encaramos algo que está ruim, que não está certo. A Consciência de que não estou bem nos leva ao desejo por mudanças, e só o desejo já nos faz andar meio caminho para alcançar bons resultados.

E como devo caminhar para essa direção? Quando a dor aperta vamos em busca de uma solução. Parece que só há solução quando há sofrimento! Temos algo em nós que se chama acomodação. Acomodamos-nos com muitas coisas que vemos, escutamos, que fazemos ou que fazem conosco todos os dias. “Aprendemos o novo, mas reagimos com o velho”. Isso nos faz parar e estagnar em velhas fórmulas e atitudes.

O movimento precisa vir de dentro para fora para então gerar ações em prol de mudanças. É preciso perceber e sentir a si mesmo com o propósito do auto-conhecimento.

Vivemos distantes de nós mesmos. Vivemos um reflexo de uma vida que muitas vezes não é a de nossa escolha e sim aquela que dá para viver. Resumindo, vivemos meia vida.

Não assumimos posturas pessoais, o erro fica fora de nós, fora de nossas próprias reações, ou seja, estamos muito influenciados pelo mundo exterior.

Assumir a própria vida, os enganos e os acertos, nos faz crescer emocionalmente, assumir a si mesmo sem medo.

Cuidar das sombras é saber conscientemente que elas existem e assim aprendermos a nos colocar do tamanho que somos.

Maria Cecília C. Varejão, é terapeuta holística.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
E-mail: mceciliavarejao@hotmail.com